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A 12ª edição do projeto “Te Alui, Mulher”, promovido pela Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE/MA), encerrou programação nesta quarta-feira (17) com quase 1.000 atendimentos realizados na região do Cajueiro, na Estiva, em São Luís. A iniciativa beneficiou mulheres de mais de vinte comunidades do entorno do Distrito Industrial, levando cidadania, qualificação profissional e acesso a serviços essenciais.
Ao longo de três dias de atividades, o projeto ofereceu uma programação voltada ao fortalecimento da autonomia feminina e à promoção dos direitos das mulheres. Entre as ações desenvolvidas estiveram palestras sobre enfrentamento à violência contra a mulher e um curso de capacitação em design de sobrancelhas, que proporcionou novas perspectivas de geração de renda para as participantes.
A defensora-geral do Estado, Cristiane Marques, destacou o impacto social da iniciativa e sua importância para o fortalecimento das mulheres em situação de vulnerabilidade.
“Mais do que uma prestação de serviços, o ‘Te Alui, Mulher’ foi um gesto concreto de cuidado, proteção e fortalecimento das mulheres, contribuindo para o combate à violência em todas as suas formas e para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. O quantitativo dessa edição, somado às anteriores, já chega a quase 6 mil atendimentos e esse é um marco na nossa atuação”, afirmou.
As atividades foram encerradas com uma grande ação social, realizada em parceria com diversas instituições, como Governo do Maranhão, Prefeitura de São Luís e Solar Coca-Cola. O mutirão garantiu atendimento integrado à população, ofertando serviços de saúde, orientação jurídica, assistência social, atualização do Cadastro Único (CadÚnico), cadastro na Tarifa Social de Energia Elétrica para famílias de baixa renda, além de outros atendimentos voltados à garantia de direitos e à inclusão social.
“A iniciativa promoveu acolhimento e fortalecimento da rede de proteção às mulheres, aproximando a Defensoria Pública das comunidades e ampliando o acesso da população a políticas públicas. Por aqui, nossas comunidades tiveram acesso a direitos sem que fosse preciso percorrer longas distâncias”, contou a presidente do Centro Cultural Vila Rica, Flávia Santos.
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